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Leitor SACD & CD

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SA-10
SA-10
Leitor SACD/CD com DAC USB e entradas digitais

  • Novo mecanismo de transporte SACD-M3 para CD, SACD e mais
  • Reprodução de compilações áudio de alta resolução em DVD-ROM
  • Entrada USB para áudio de alta qualidade para PCM / DXD a 384kHz/32bit e DSD 11,2 MHz
  • Isolamento das entradas digitais e USB para eliminar ruído de todas as fontes ligadas
  • Aumento inovador de amostragem para DSD e filtragem baseado na tecnologia exclusiva de streaming Marantz Musical Mastering
  • Conversão nova e personalizada de DSD para analógico a 1-bit direto através da tecnologia Marantz Musical Mastering
  • Andar de saída analógico de alta qualidade com os HDAMs da Marantz
  • Fonte de alimentação generosa graças ao transformador toroidal
  • Amplificador dedicado de auscultadores com conceção discreta

O novo Marantz SA-10 é o modelo mais recente numa gama de leitores topo de gama cujas origens remontam aos primórdios do CD: o CD-63 original, lançado em 1983, foi o primeiro leitor de CD de alto desempenho e essa proficiência foi desenvolvida continuamente durante mais de 30 anos. O SA-10 foi concebido para estabelecer novos padrões de qualidade, quer através de música em disco ou streaming de conteúdo a partir de um computador e assim demarcar-se como a Nova Referência em áudio digital.

Para alcançar esse objetivo, o SA-10 parte de um conceito totalmente novo, alicerçado em todo o conhecimento acumulado através da construção de leitores de áudio de excelência, mas com todos os componentes virtualmente redesenhados. Tanto inovação como pensamento criativo estão na sua génese, tudo para conseguir o melhor desempenho áudio possível ao longo de uma vasta gama de formatos de áudio digital.

O novo modelo é um excecional leitor tanto de CD como de SACD, mas pode também reproduzir música de alta resolução em discos óticos gravados num PC e funcionar como um conversor digital-analógico de alto nível para música guardada no seu computador.
Desde o novo e exclusivo mecanismo de transporte concebido para este leitor até ao repensar completo do modo como o áudio digital é convertido em sinais analógicos, o SA-10 é uma “tábua rasa” em termos de construção, o resultado de pesquisa e desenvolvimento meticulosos e audições extensas efetuados nas instalações da Marantz. É uma atitude sintomática de como a Marantz sempre fez as coisas: apesar de se esforçar para encontrar a mais elegante solução de engenharia, a decisão final pertence sempre ao teste de audição. Está tudo relacionado com o simples mote presente em tudo o que a empresa faz: “Because Music Matters”.



Tudo começa com o disco

It starts with the disc Quer se trate da reprodução de um SACD ou de um CD, ou discos de dados com música, é extremamente importante que um leitor aceda à informação do modo mais fidedigno possível: ao contrário de um computador a ler um disco prestes a ser gravado, não há tempo para leituras repetidas enquanto a música é tocada – acontece em tempo real, por isso o transporte do disco precisa de acertar à primeira.

Muitos leitores modernos de SACD ou CD usam mecanismos de transporte “universais” de disco ou semelhantes a DVD, simplesmente porque é cada vez mais difícil para os fabricantes produzirem transportes dedicados para música, específicos para reprodução de SACD/CD.
A solução da Marantz? Se não o consegue encontrar, crie o seu próprio: no coração do SA-10 está o novo mecanismo de transporte SACD-M3, concebido exclusivamente para o melhor desempenho possível quando da reprodução de SACD, CD e música armazenada em discos de dados.

Este mecanismo não só oferece a melhor qualidade de som a partir de CD tradicionais e de discos SACD, como a sua capacidade alargada de reproduzir ficheiros de música alojados em DVD-ROM torna possível aos consumidores criarem as suas próprias compilações de áudio de alta resolução através de um gravador de DVD. O SA-10 é capaz de reproduzir ficheiros FLAC entre 32kHz e 192kHz a até uma resolução de 24-bits; DSD64 e DSD128; assim como ficheiros ALAC (Apple Lossless), AIFF e MP3. Isto quer dizer que criar e ouvir compilações de alta resolução em disco é agora tão simples como sempre foi criar estes discos com qualidade de CD.



CD, SACD e muito além

It starts with the disc

No entanto, o SA-10 vai muito além da mera reprodução de discos: é também um conversor digital-analógico em pleno, capaz de converter música armazenada num computador, e inclui entradas digitais convencionais para outras fontes.
Estas entradas convencionais – ótica e coaxial – suportam ficheiros até 192kHz/24bit, mas além disso as entradas digitais do leitor incluem uma entrada USB-B, que funciona em modo assíncrono para uma ligação direta a um computador, sendo assim compatível com ficheiros PCM e DXD até 384kHz/32bit e ficheiros DSD64, DSD128 e DSD256.

Isto quer dizer que o SA-10 não só está equipado para lidar com todos os formatos de alta resolução normalmente disponíveis através de serviços de música online, mas também está preparado para ficheiros de alta resolução cada vez mais comuns entre uma série de editoras e lojas especializadas.
Por outras palavras, este novo leitor está preparado o futuro. Mais ainda, as entradas digitais são completamente isoladas para evitar qualquer ruído elétrico oriundo de componentes ligados – um problema habitual quando computadores são usados como fonte – e assim interferirem com o sinal.



Mais do que um simples DAC

Leitores de CD (e até amplificadores) com DACs integrados para áudio de computador não são uma novidade e nem sequer são as capacidades DSD em tais dispositivos. Na verdade, a gama da Marantz já dispõe de vários modelos CD/SACD com as mesmas características.
No entanto, o SA-10 leva as coisas mais longe – da mesma maneira que inclui um novo mecanismo de transporte de disco, também a conversão de digital para analógico foi repensada radicalmente, e agora tira partido da tecnologia de conversão de 1-bit encontrada em leitores topo de gama anteriores da Maranz, e incorpora todo um novo método de filtragem e aumento de amostragem para tirar partido desta solução simples, mas elegante.





A vantagem do DSD

Há muito que a Marantz é defensora das vantagens do formato DSD, originalmente desenvolvido para possibilitar o Super Áudio CD, e foi um dos primeiros fabricantes de leitores SACD, tendo com sua primeira “declaração” nesse contexto o leitor SA-1, lançado em 2001. Nos últimos tempos, demonstrou que tanto conteúdo analógico como convertido e de sobreamostragem para DSD a partir de CD, reproduzido através de um DAC compatível com DSD, oferece um resultado audivelmente superior.
Este processo não é um segredo: de facto, a famosa tecnologia de conversão Bitstream desenvolvida relativamente cedo na história do CD, no qual dados digitais são tratados como bits individuais – em vez de blocos de dados a partir do qual os DACs convencionais funcionam – é ideal para esta tarefa. Recentemente, os conversores Bitstream perderam popularidade, mas um dos melhores do seu género foi o TD1547, também conhecido por DAC 7, usado em leitores mais antigos da Marantz.
Reconhecido pelo seu registo sonoro e até equilíbrio tonal, o DAC 7 era um DAC de 1-bit, tal como o DSD é um formato de 1-bit: ao contrário da conjunção de, por exemplo, uma resolução de 24-bit com uma frequência de amostragem de 192kHz, usado em muitos ficheiros de alta resolução, o DSD usa 1-bit, mas com uma taxa de amostragem muito superior. Do mesmo modo, o DSD64, tal como é usado em discos de SACD, é 1-bit a 2.8224MHz, e o DSD256, ou Quad-DSD, é 11,2MHz/1-bit.
Isto significa que a música armazenada em DSD é uma representação muito mais literal da onda analógica original do som gravado, e como tal precisa de muito menos processamento para a transformar em áudio capaz de ser transmitida para um amplificador.
Ou, como a Marantz diz, “DSD é analógico”.



Marantz Musical Mastering:
MMM-Stream e MMM-Conversion

MMM O DSD está no cerne de como o SA-10 lida com o áudio digital: as entradas PCM e DXD são todas convertidas para DSD em 11,2MHz através do conversor proprietário MMM-Stream no interior do leitor, e depois o sinal de alta frequência resultante é processado pelo MMM-Conversion, utilizado em vez de um DAC convencional, para chegar ao resultado analógico.

A secção MMM-Stream do processo substitui os filtros de sobreamostragem normalmente usados na conversão do digital para o analógico, e permite aplicar a filtragem do Marantz Musical Mastering. Estes filtros são essencialmente os mesmos que se encontram no leitor SA-11 e no leitor de áudio de rede NA-11 da Marantz, mas aqui são implementados numa taxa de sobreamostragem muito superior, graças à conversão para DSD11,2.

Na realidade, são usados dois sistemas de relógio, para garantir a conversão mais precisa do sinal, quer provenha de um disco ou de entradas digitais: os 44,1kHz do CD, e os seus múltiplos – 88,2kHz, 176,4kHz e assim sucessivamente – são melhorados para 11,2896kHz, enquanto 48kHz e os seus múltiplos são elevados até 12,288kHz. Isto é feito para alcançar a máxima precisão, e para evitar conversões de amostragem onde o sistema tenha de converter, digamos, de áudio a 192kHz para DSD11,2.

Além disso, toda esta conversão é agora feita pelo processador digital de sinais com precisão de vírgula flutuante de 32 bits, em vez do método de números inteiros a 24 bits usado em sistemas semelhantes no passado.

Filtering 

Aliando este processo à redução do sinal de 1-bit logo após a filtragem de sobreamostragem e ao uso do Sigma Delta Modulation permite a um sinal puro de DSD passar à fase da conversão na forma de uma corrente de impulsos de alta frequência, precisando apenas de um filtro passa-baixos de elevada qualidade para remover todas as altas frequências supérfluas e passar o sinal áudio mais puro possível para o estágio de saída do leitor.

Porquê desenvolver tudo isto internamente? A equipa de engenheiros da Marantz afirma que, como sempre, a razão para isso está relacionada com as extensas sessões de audição: “Encontrámos grandes diferenças na qualidade sonora quando os sinais PCM são convertidos para DSD fora de um DAC convencional e depois passados para uma entrada DSD de um DAC convencional. A conclusão dos nossos testes foi que para alcançar a melhor qualidade sonora, temos de ser nós próprios a fazê-lo.

“Esta experiência levou-nos a avaliar todo o tipo de estruturas SDM e a otimizar o processo para chegar à melhor qualidade sonora.”

Foi a partir deste mesmo raciocínio que originou o filtro de DSD para analógico, o qual passa pelo HDAM (Hyper Dynamic Amplifier Modules) da Marantz no estágio da saída, aqui usado numa configuração de duplo diferencial para uma qualidade de som otimizada.

HDAM 

Do mesmo modo, até a saída de auscultadores no leito é otimizada: tal como os HDAMs, é inteiramente construída com componentes discretos, em vez de usar tecnologias mais simples de circuitos integrados, para a melhor qualidade sonora.



Construído para vencer

Tal como o amplificador integrado PM-10, o SA-10 foi construído para alcançar os patamares mais exigentes, com um chassis banhado a cobre para uma exclusão total de vibrações e interferências, e uma placa de alumínio não-magnético de 5mm de espessura.

Chassis 

Ambos os produtos também repousam sobre pés de alumínio fundido. Tudo isto pode soar muito complexo, assim como deixa claro o trabalho envolvido na elaboração deste leitor, mas em essência no coração do SA-10 está uma solução de digital para analógico que é tão elegante como inovadora, e desenvolvida pela equipa de engenheiros da Marantz por uma simples razão:

‘Because Music Matters’